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Vaias lusitanas no Canindé
Sumida da grande imprensa desde a queda para a segundona, a Portuguesa parece não ter forças para voltar à elite nacional. Diferente de Palmeiras e Botafogo, que conseguiram o acesso no campeonato imediatamente posterior ao da queda para a segunda divisão, a Lusa não consegue nem ganhar pontos dentro de seus domínios. Nesta noite, empatou sem gols com o América-RN, e permanece na 10ª posição da tabela com 5 pontos somados em quatro partidas disputadas. Uma campanha pífia para quem almeja estar novamente entre os grandes times do futebol brasileiro. O pior de tudo para os já sofridos torcedores lusitanos é a falta de gols que insiste em aparecer a cada jogo da Portuguesa. Nessas quatro partidas que o time do Canindé realizou na competição, apenas 1 gol foi marcado. O filho único do ataque português saiu na vitória em cima do Bahia. Diante do América-RN, a Lusa só começou a assustar o goleiro adversário aos 16min de jogo. Cláudio cruzou e Alex Oliveira desviou de cabeça, mas viu a bola chocar-se contra a trave. Aos 23, o atacante Lucas perdeu uma das melhores chances do jogo. Após bate-rebate na área, a bola sovrou livre para ele, que testou para fora. Na etapa final, a Portuguesa continua tentando, mas o gol não sai. Edmílson e Cláudio têm duas belas oportunidades. Aos 28 foi a vez do time potiguar obrigar Gléguer a praticar excelente defesa, salvando a Portuguesa de levar o primeiro gol. Antes do final da fraquíssima partida, o zagueiro Angelo, da Lusa, toma cartão vermelho. O jogo termina sob fortes vaias das 1.713 terstemunhas que foram ao Canindé. Na rodada da semana que vem, a Portuguesa volta a atuar em casa, contra o Caxias, atual 16º colocado com 4 pontos. Perfil - Péricles Chamusca (Santo André) Pouca idade, mas muita experiência O técnico Péricles Chamusca assumiu o time do Santo André no último dia 6, em um momento que combinava a euforia com a passagem do time às quartas-de-final da Copa do Brasil e a preocupação com a perda dos 12 pontos na série B do Campeonato Brasileiro. Para Chamusca, trabalhar no Santo André significa alcançar uma meta que todo treinador deseja. "Aqui eu tenho a oportunidade de desenvolver o meu trabalho e fortalecer o meu nome dentro de São Paulo, que é o grande centro de futebol do Brasil", diz. Péricles Chamusca, de 38 anos, iniciou sua carreira como técnico em 1990 na divisão de base do Bahia. "Eu fui atleta júnior até a idade limite e, como jogador, via bem o jogo e tinha sempre liderança dentro do campo. Trabalhando como preparador físico no Bahia com o Evaristo Macedo, eu percebi esse potencial para o cargo de treinador", relata. Apesar da pouca idade para a média dos treinadores, o nome de Chamusca está em evidência há pelo menos uma década. Ele trabalhou no Vitória-BA no início do processo de reorganização das categorias de base, hoje entre as mais elogiadas do Brasil. Com ele, foram revelados jogadores como Dida, Vampeta, Paulo Izidoro, Alex Alves, Junior e Dedimar. "Essa safra de jogadores de alto nível fortaleceram meu trabalho dentro do clube e, em 94, eu assumi a equipe principal do Vitória, com 29 anos", completa. Desde lá, Chamusca já passou pelo Nápoles de Goiás, Rio Branco de Americana, América de Natal, Porto de Caruaru, Mirassol, Confiança de Sergipe, CSA de Alagoas, Brasiliense do Distrito Federal, Caxias do Rio Grande do Sul e Santo Cruz, pelo qual foi vice campeão pernambucano no ano passado. Seu melhor momento como técnico foi em 2002, quando levou o Brasiliense ao vice-campeonato da Copa do Brasil. "O que fez a diferença no Brasiliense foi a atitude. Era uma equipe que não tinha nome, mas qualquer que fosse o adversário enfrentava frente a frente sem ter receio de buscar a vitória. Hoje, o Santo André também não tem jogadores com nome, mas eles têm qualidade, têm capacidade e é a atitude que vai fazer a diferença nos jogos", diz. Disciplina, organização, diálogo e cobrança são as marcas do estilo de Chamusca. "Eu não gosto de exercer uma liderança imposta, mas sim uma liderança conquistada. E procuro estar sempre buscando o máximo dos atletas, tanto no treinamento quantos nos jogos". Além disso, o treinador usa todos os recursos que tem a disposição no que diz respeito ao apoio psicológico e à tecnologia no futebol. "Chamusca é um treinador jovem, inteligente e que tem o respeito, o apoio e a confiança da equipe e dos diretores", define Dedimar Souza Lima. E Ovídio Simpionato, chefe da Torcida Uniformizada Fúria Andreense (TUDA), completa: "Foi a melhor escolha que o Santo André poderia ter feito: apesar de ser novo, tem uma grande bagagem". (Colaboração de Juliana Seixas)
Somos pequenos, mas não bobos!
Santo André - O cancelamento muda o destino de times como o Coritiba, Atlético-PR e Santo André. Porém, uma contradição acerca do assunto ronda os bastidores do futebol paulista. O Coritiba conseguiu reaver os seis pontos perdidos, mas para o time do ABC a situação continua a mesma: 12 pontos a menos. Segundo fontes da CBF, o caso do Ramalhão é diferente, pois os jogadores não só não estavam inscritos no BID, como também não constavam na CBF. De acordo com o Diretor de Futebol do Santo André, Sérgio do Prado, o clube já entrou com recurso e agora espera decisão programada para a próxima quinta-feira (20).
SÁBADO Atlético-PR x Santos (18h - Joaquim Américo, Curitiba) DOMINGO Cruzeiro x Palmeiras (16h - Mineirão, Belo Horizonte) Figueirense x São Caetano (16h - Orlando Scarpelli, Florianópolis) Ponte Preta x Coritiba (16h - Moisés Lucarelli, Campinas) São Paulo x Paraná (18h - Morumbi, São Paulo) Corinthians x Guarani (19h - Pacaembu, São Paulo)
Jô 1 X 0 Vitória O Corinthians continua apostando na Copa do Brasil, já que a campanha do time no Brasileirão não é das melhores. E as fichas de Oswaldo de Oliveira e da Fiel torcida hoje foram depositadas no atacante Jô, autor do único gol da noite no Estádio do Pacaembu, e que dá ao Timão a vantagem de jogar por um empate na semana que vem, no Barradão, em Salvador. O gol alvi-negro saiu logo aos 8 minutos. Fabinho lançou para Jô, que bateu cruzado e abriu o placar. Aos 18min, Gil tentou desencantar, mas após belo giro pra cima do zagueiro baiano, chutou por cima do gol defendido por Juninho. O ex-Corinthians Edílson, um dos nomes mais comentados para a partida de hoje, teve sua única chance do primeiro tempo aos 33 minutos. Após bela jogada pela esquerda, o "capetinha" obrigou Fábio Costa a praticar boa defesa, colocando a bola para escanteio. Mas a melhor oportunidade rubro-negra veio dos pés de Paulo Rodrigues, que em cobrança de falta aos 43min, viu o goleirão corintiano se esticar todo e evitar o empate baiano. Através de outra falta, o Vitória abriu o segundo tempo assustando Fábio Costa, que viu a bola passar muita próxima de sua trave. Aos 28, o arqueiro corintiano salvou a pátria novamente. Leandro pegou de primeira a bola tocada por Edílson, e mais uma vez o goleiro tirou. No rebote, quase Edílson completa pro fundo do gol. Mesmo pressionado, o Timão conseguiu segurar a vitória pela diferença mínima, e joga mais tranqüilo na partida de volta, em Salvador. Antes disso, pega o Guarani no Pacaembu, no domingo (16).
Edílson é artilheiro e promete fazer gols contra ex-time
O jogador saiu da equipe do Parque São Jorge em 2000, ano em que o time foi eliminado pelo arqui-rival Palmeiras. O "capetinha" foi agredido por torcedores da Gaviões da Fiel e saiu do clube indignado. Apesar disso, Edílson não quer saber de vingança e elogia muito o ex-time. Coincidência ou não, a equipe baiana é comandada pelo ex-zagueiro do Palmeiras, Agnaldo Liz. O treinador garante que o Vitória vai pra cima com objetivo de gols. Ele escalou para a partida: Juninho, Pedro, Adailton, Nenê, Paulo Rodrigues, Vinícius, Xavier, Cléber, Magnum (Marcelo Silva), Edilson e Leonardo. Já quem vai tentar ajudar o Corinthians a manter pelo menos um 0 a 0, resultado considerado bom para Rogério, são: Fábio Costa, Valdson, Betão, Renato, Wendel, Fabinho, Rincón, Gil, Jô e Marcelo Ramos.
O perdão de Grafite
Festa em vermelho, preto e branco nas arquibancadas antes do juiz apitar o início do jogo. O silêncio após o gol de Herrera com 6 minutos de bola rolando. Um estádio mudo vê seu principal ídolo desperdiçar a cobrança de pênalti que igualaria a contagem. Um time nervoso começa a ouvir as primeiras vaias de seus 60.000 incrédulos súditos. Estes foram os capítulos iniciais da novela são-paulina, que não deixou nada a desejar aos dramalhões do melhor estilo mexicano. Mas dessa vez o drama era argentino, com nome e sobrenome: Rosário Central. O que tinha tudo para ser uma história tranqüila, principalmente após a fraca partida jogada pelos hermanos na vitória da semana passada por 1 a 0 dentro de seu estádio, transformou-se num verdadeiro calvário tricolor. Um típico duelo entre brasileiros e argentinos em plena Taça Libertadores da América, com direito a muita catimba, gols suados e uma dramática decisão por pênaltis. Para delírio dos fanáticos são-paulinos, essa novela teve um final feliz, com dois protagonistas roubando o papel que caberia a Luís Fabiano: Rogério Ceni e Grafite. O jogo. Durante a semana, a imprensa comentava que o São Paulo não só ganharia, como golearia por 3 ou 4 tentos de vantagem. Mas logo aos 6 minutos o Rosário Central mostrou que de bobo, pra variar, os times argentinos não têm nada, principalmente quando o assunto é Libertadores da América. Marquinhos perdeu a bola no meio de campo e Herreira saiu na cara de Rogério, que nada pôde fazer para evitar o belo gol do atacante argentino. Sentindo bastante o gol, o time do Morumbi passou a jogar de forma desorganizada, exagerando no direito de errar passes e deixando o Rosário livre para explorar os contra-ataques. Mas ainda contou com a ajuda do árbitro Jorge Larrionda, que aos 23 apitou pênalti favorável aos brasileiros, após Danilo sofrer falta fora da grande área. A torcida, que imediatamente elegeu Luís Fabiano como batedor, viu o artilheiro são-paulino chutar em cima do bom goleiro Gaona e em seguida desperdiçar também o rebote, carimbando o arqueiro argentino. Cuca viu que o ataque tricolor parava na forte marcação porteña e aos 30 minutos trocou Alexandre por Grafite, dando chance de Fabiano respirar um pouco. E Grafite entrou na esperança de fazer as pazes com o torcedor do São Paulo, que desde o fatídico confronto frente ao Juventus, quando o atacante marcou dois gols e contribuiu para a permanência do Corinthians na 1ª divisão estadual, não teve mais sossego dentro e fora dos gramados, sendo alvo de seguidas vaias e protestos tricolores. O atacante não só fez as pazes, como foi o primeiro grande nome do jogo antes de Rogério entrar em cena na decisão das penalidades máximas. Quando o primeiro tempo já marcava 46 minutos, ele aproveitou jogada ensaiada no cruzamento de Cicinho que Rodrigo desviou para dentro da área, e cabeceou firme no canto esquerdo de Gaona para empatar o jogo e dar esperança ao torcedor são-paulino. Na etapa complementar, os argentinos puseram em prática a boa e velha catimba, valorizando cada tiro-de-meta e cobrança de falta que tinham a seu favor. E ainda poderiam ter definido sua classificação aos 30 minutos, quando Gonzáles entrou sozinho pela direita e bateu cruzado, mas parou na boa intervenção de Rogério. No minuto seguinte, Grafite fez o segundo do São Paulo. Luís Fabiano recebeu na área, matou no peito, girou e chutou. Gaona não conseguiu segurar, e na falha do zagueiro argentino, Grafite foi mais esperto e empurrou a bola para o fundo das redes, deixando o Tricolor, no mínimo, dentro da decisão por pênaltis. O árbitro Jorge Larrionda quase deixa o São Paulo fora das quartas-de-final. No último lance da partida no tempo regulamentar, ele não apitou falta do atacante argentino em cima de Rodrigo e por pouco o Rosário não silencia o Morumbi, que à esta altura, ainda cogitava um possível gol da classificação direta à próxima fase. Mas ficou nisso, e a decisão foi mesmo para a marca do pênalti. As cobranças. Como se não bastasse o jogo sofrido, os torcedores do São Paulo ainda viram Cicinho perder a primeira cobrança dos brasileiros. Em seguida, Carbonari fez 1 a 0 para o Rosário. Daí até a quinta cobrança argentina, todos assinalaram. Grafite, Luís Fabiano, Fabão e Rogério Ceni marcaram para o São Paulo. Herrera, Talamonti e Ferrari concluíram para o Rosário. Na última cobrança hermana, o goleiro Gaona quis fazer o mesmo que Rogério fizera no pênalti anterior. Botou a bola na marca da cal, e foi confiante definir a classificação argentina. Mas bateu muito mal, e viu Ceni defender com tranqüilidade, levando um calado Morumbi à explosão de alegria. Gabriel confirmou a sexta cobrança, e Rogério fechou a noite de herói pegando o chute de Irace, fazendo os mais de 60.000 torcedores comemorarem como se o São Paulo tivesse ganho o título da competição. Após a suada classificação, o Tricolor enfrenta nas quartas-de-final o invicto Deportivo Táchira, da Venezuela. O primeiro confronto será no mesmo Morumbi, na próxima quarta-feira.
Corajoso Ramalhão empata com Palmeiras
Há seis jogos do título inédito, o Santo André enfrentou o Palmeiras no último dia 12 pelas quartas-de-final da Copa do Brasil e conseguiu igualar o placar por 3 a 3. Confiante e empenhada, a equipe andreense manteve uma partida equilibrada até o final, aproveitando, principalmente, o jogo de bola parada. O esquema 3-5-2 adotado pelo novo treinador do Santo André, Péricles Chamusca, colaborou para a boa atuação do Ramalhão que entrou em campo com o goleiro Júnior, os zagueiros Da Guia, Dedimar e Gabriel, no meio Barbieri, Dirceu, Ramalho, Elvis e Romerito, na frente os atacantes Osmar e Sandro Gaúcho. As duas equipes demonstraram raça e vontade, características reforçadas pela grande quantidade de cartões amarelos, dez no total. O que não colaborou com o bom andamento das jogadas foi a péssima condição do gramado do Estádio Bruno Daniel. O confronto. Os gols começaram a sair aos 15 minutos da primeira etapa no escanteio favorável ao Palmeiras. Na cobrança, Magrão desviou e Diego Souza (foto) fez de cabeça, inaugurando o placar na cidade de Santo André. O time da casa, que ainda não havia proporcionado perigo de gol para a defesa palmeirense, provou que tinha habilidade em tiros de longa distância. O primeiro a disparar foi o atacante Osmar, que chutou de longe e pegou o goleiro Marcos, que estava adiantado, de surpresa. "Eu nem vi para onde foi a bola, então nem sempre é culpa do goleiro, mas sim, mérito do adversário", explicou Marcos. Aos 26 minutos, Vágner Love sofreu pênalti provocado por Da Guia, que ainda levou cartão amarelo do juiz Wilson Luis Seneme. Munõz bateu bem e marcou o segundo para o Verdão. Depois de muitas chances de gols e cartões amarelos para os dois times, foi a vez de Barbieri arriscar de longe através de cobrança de falta. A bola desviou em Diego Souza, que estava na barreira, e foi morrer atrás do goleiro Marcos, igualando o placar. No segundo tempo quem virou o jogo foi o time de Péricles Chamusca. Sandro Gaúcho aproveitou uma bola cruzada da esquerda e fez de cabeça. O time do ABC não ficou intimidado com a tradição do adversário e partiu pra cima. "O Palmeiras não é o bicho-papão que falam não", desabafa o confiante chefe da Torcida Uniformizada Fúria Andreense (TUDA), Ovídio Simpionato. Mas, aos 24 minutos, também de cabeça, Leonardo igualou novamente o placar que permaneceu o mesmo até o final da partida. O bom jogo para o Santo André significou uma vantagem para o Palmeiras, que pode empatar por até dois gols no Palestra Itália, e mesmo assim garantir a vaga para a próxima fase do campeonato. Depois de eliminar duas equipes da primeira divisão (Guarani e Atlético-MG) o time andreense gostou do resultado e está otimista para a partida de volta contra o Verdão no dia 19. "Já surpreendemos muitas grandes equipes nessa Copa do Brasil", conta o lateral Dedimar e o destaque da partida, Osmar, complementa " ... lá no Parque Antártica vai ser mais difícil, mas a gente tem que se impor e jogar de igual para igual".
Azulão faz o mínimo e conquita vaga 1 a 1: esse foi o placar final do confronto do time do ABC com o América do México, na última terça-feira no Estádio Azteca. Um empate era o que a equipe de Muricy Ramalho precisava para passar para as quartas-de-final da Libertadores da América. E quase nem isso o Azulão conseguiu fazer. Aos 20 minutos do primeiro tempo, Navia do time do México marcou o primeiro gol da partida. Na etapa final, só aos 33 minutos, Fabrício Carvalho fez o passe para Tigrinho igualar o marcador e garantir a classificação. Confusão. Na comemoração do Azulão, os jogadores imitaram uma águia, símbolo do time local. Tal atitude irritou os torcedores mexicanos que invadiram o campo e agrediram os jogadores do São Caetano. Apesar da pancadaria, com direito a paus, pedras e até um carrinho de mão, ninguém saiu ferido e o Azulão voltou para o Brasil classificado. O próximo adversário: Boca Juniors, da Argentina. Para Luxemburgo tudo é possível Marcar dois gols que garantem vaga para as quartas-de-final de uma competição que é a porta para o Campeonato Mundial. Resultado difícil? Sim, mas não impossível. Principalmente para uma equipe que já faturou duas taças nessa competição e está atualmente sob o comando de um técnico que almeja completar a sua coleção e caminhar para a conquista dos dois únicos títulos que ainda não tem: a Libertadores da América e o Mundial Interclubes. O Santos provou que todo placar é reversível quando se tem no elenco um atacante como Diego (foto) e um técnico como Luxemburgo. No embate entre o Peixe e a LDU do Equador, o time da Vila fez dois gols no tempo regular e garantiu um espaço para a próxima fase nas penalidades máximas, vencendo por 5 a 3. O jogo. Logo aos dois do primeiro tempo, Diego chutou forte e marcou rasteiro inaugurando o placar da Vila Belmiro. Novamente no comecinho da segunda etapa, Diego aproveitou a noite inspirada e, com o passe de Robinho, marcou um gol precioso e decisivo para o Santos. Os pênaltis. Foram escalados para bater pelo time santista Robinho, Leandro Machado, Preto Casagrande, Paulo César, Paulo Almeida e Léo. Os jogadores chutaram forte e com confiança. Já o time da LDU marcou com Aguinaga, Sallas e Reasco, mas Obregón desperdiçou e com isso a quinta cobrança foi dispensada. O Peixe encara na fase seguinte do torneio o vencedor entre Onde Caldas (COL) e Barcelona (EQU).
Brasileirão - série B Santo André perde 12 pontos e pode ser rebaixado O futuro do time do ABC foi definido ontem à noite (11) pela 2ª Comissão Disciplinar do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) no Rio de Janeiro. Antes com quatro pontos ganhos e agora com oito negativos (-8), o Ramalhão despenca para a lanterna do Brasileirão da série B, saldo que pode levar a equipe ao rebaixamento. Além dos 12 pontos, o STJD também determinou o pagamento de uma multa no valor de R$10.000. "Ontem foi o primeiro julgamento e como os nomes não constavam no BID, perdemos os pontos. Agora temos três dias para entrar com recurso. Estamos só esperando a documentação da Federação", explica o Diretor de Futebol do clube, Sérgio do Prado. A punição aconteceu porque o Santo André teria escalado dois jogadores irregulares, ou seja, que não constavam na lista do BID (Boletim Informativo Diário). Esse documento, exibido na Internet, é da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e condiciona os jogadores a participarem das competições nacionais. O zagueiro Valdir e o atacante Osmar, pivôs da confusão, atuaram contra o Paulista de Jundiaí (0 a 0), no dia 24 de abril, e contra o Avaí (derrota por 3 a 1), no dia 27 do mesmo mês. Segundo Sérgio do Prado, os documentos foram enviados dez dias antes do jogo contra o Paulista. Os nomes deviam estar registrados no BID antes da primeira partida, coisa que não conteceu. "O regulamento é claro, tem que entrar com três dias antes e o Santo André entrou com dez. O atraso foi na Federação Paulista, pois não comunicou à CBF. Confiamos na Federação e, por esta confiança, perdemos os pontos", desabafa o preparador físico Wladimir Bonilha Modolo. A partir de agora, o Santo André precisa vencer todas as partidas e ganhar os três próximos jogos para voltar a um saldo positivo. A luta começa nesse sábado (15), às 16 horas, contra o Marília, na casa do adversário.
Taça Libertadores da América Missão quase impossível para Luxemburgo Mal entrou no time e Vanderlei Luxemburgo (foto) já foi escalado para tirar o Santos de uma situação extremamente difícil: a equipe da Baixada precisa ganhar de goleada da LDU (EQU) para continuar na Libertadores da América. Os equatorianos fizeram 4 a 2 em casa e hoje podem perder por até um gol de diferença. Se o Peixe conseguir a mesma vantagem de dois gols a favor, a disputa acontece nos pênaltis. Para ganhar a batalha, Vanderlei fez modificações no elenco e promoveu a volta do futebol de Paulo Almeida e Paulo César ao time titular. Além disso, reforçou o ataque com Deivid, que jogará na frente ao lado de Robinho. Estão escalados também Júlio Sérgio, Pereira, André Luís, Léo, Renato, Elano e Diego. Já o time do Equador conta com as jogadas de Jácome, Espíndola, Patricio Espinoza, Reasco, Obregón, Urrutia, Ambrosi, Aguinaga, Paredes, Salas, com as defesas de Alberto Espinoza. Tudo sob o comando de Daniel Carreño. O jogo decisivo será disputado nesta terça-feira, às 18h30, na Vila Belmiro.
Arriba Azulão Depois da goleada de 5 a 0 aplicada sobre o Criciúma, pelo Campeonato Brasileiro, o time de Muricy Ramalho (foto) está preparado para enfrentar o América do México pela Taça Libertadores. Os jogadores poupados na última partida - Dininho, Ânderson Lima, Mineiro, Fábio Santos, Somália e Gilberto - voltam a campo para ajudar a equipe na busca de uma vaga para a próxima fase do campeonato. Jogando com a vantagem conquistada pela vitória de 2 a 1 no primeiro duelo, basta um empate para o time brasileiro garantir a classificação. Se a equipe mexicana ganhar por apenas um gol de diferença, o nome do classificado só sairá da disputa das penalidades máximas. O pega começa às 23h30 (horário de Brasília) e acontece no Estádio Azteca, na capital do México.
Santo André joga por classificação histórica contra o Palmeiras O Ramalhão nunca passou das quartas-de-final da Copa do Brasil e, para conseguir tal proeza, precisa vencer o campeão de 1998: o Palmeiras. O primeiro confronto entre os paulistas acontece nesta quarta-feira (12) no Estádio Bruno Daniel, às 21h45. Depois de eliminar duas equipes da primeira divisão (Guarani e Atlético-MG) o time andreense está otimista para a partida contra o Verdão. Quem reforça ainda mais esse clima positivo no clube é o pé quente Péricles Chamusca (foto), que mal assumiu o cargo de técnico e já levou o Santo André a conquistar uma vitória contra o Ceará pelo Brasileirão da Série B. O treinador adiantou que vai manter a mesma equipe do seu antecessor, Luiz Carlos Ferreira. Já o Palmeiras joga novamente sem o destaque Pedrinho que também não participou dos 3x0 contra a Ponte Preta, no último sábado, pelo Brasileirão. O jogador palmeirense reclamou de fortes dores na coxa esquerda e vai ser poupado de mais uma partida. Palmeiras e Santo André se enfrentam novamente no dia 19 de maio mas, desta vez, no Palestra Itália.
São Paulo vence e é líder O Tricolor assumiu a liderança do Brasileirão ao bater o Coritiba, neste domingo, pelo placar de 2 a 1 e alcançar os 13 pontos somados, três a mais que Ponte Preta, Vitória e Goiás. Luís Fabiano (foto) e Gustavo Nery marcaram para os paulistas. Jucemar fez o gol paranaense. O São Paulo deposita agora todas as suas fichas no jogo de quarta-feira, contra o Rosário Central, na partida de volta da Taça Libertadores da América. No primeiro confronto, vitória argentina por 1 a 0. Pelo Brasileiro, o time joga novamente no domingo, contra o Paraná, também no Morumbi. Ontem o São Paulo resolveu decidir o jogo ainda no primeiro tempo. Aos 22min, Vélber lançou Luís Fabiano, que entrou na área e chutou na saída do goleiro Fernando, marcando seu segundo gol na competição. Quatro minutos depois foi a vez de Gustavo Nery assinalar seu terceiro tento no Brasileirão. Marquinhos tocou de calcanhar e o meia bateu por cima do goleiro paranaense. No momento da conclusão, Nery chocou-se com o arqueiro e acabou saindo de maca com fortes dores no tornozelo. Os médicos são-paulinos constatarm que não houve fratura, mas ele ainda é dúvida para quarta-feira. Pelo lado do Coxa, Aristizábal, Tuta e Luís Mário não estavam em campo, o que deixou a equipe bastante desfalcada ofensivamente. Tanto que no primeiro tempo as melhores oportunidades vieram através de chutes de longa distância. Aos 35 minutos, Nunes bateu firme mas Rogério Ceni foi buscar no ângula esquerdo, espalmando para escanteio. No minuto final da primeira etapa, Jucemar cobrou falta e novamente o goleiro são-paulino evitou o gol. Mas como vida de goleiro não é fácil, foi justamente numa falha de Rogério que o Coritiba descontou, logo aos 4 minutos do segundo tempo. Jucemar bateu falta no meio do gol, mas o goleirão passou da bola e só viu ela morrer no fundo das redes. Aos 21, Nunes chutou de fora da área, mas dessa vez Rogério estava ligado e não deu nem rebote. A última boa oportunidade de gol foi tricolor. Já aos 46, Cicinho entrou na área e bateu cruzado. A bola passou rente à trave de Fernando. Foi a quarta vitória do São Paulo em cinco jogos disputados nesse Brasileirão.
Nas últimas três partidas que disputou, duas pela Copa do Brasil e a de ontem, pelo Brasileirão, o Corinthians ficou em igualdade com seus adversários. Contra o Atlético-MG, no Mineirão, o time de Parque São Jorge deixou a vitória escapar aos 39 do segundo tempo, e o jogo terminou 2 a 2. A última vitória, aliás, foi no dia 25 de abril, contra o Paysandu, com um gol de Rincón aos 48 da etapa complementar. Provas de que a equipe têm tido sérias dificuldades para sair de campo com três pontos somados. Outro destaque do jogo ficou por conta do goleiro Fábio Costa (foto), que dentro das quatro linhas salvou o Timão em diversas chances perdidas pelos mineiros. Mas fora dele, foi protagonista de mais uma confusão com a imprensa, e acabou na delegacia. O jogo. Corinthians e Atlético entraram em campo, ontem, com três pontos conquistados em 12 disputados. E nos primeiros instantes da partida mostraram porque a fase não é das melhores para nenhum dos dois. Errando passes e pecando na falta de criatividade de seus meio-campistas, ambos os times fizeram uma partida sem graça e objetividade. Tanto que Piá foi substituído por Oswaldo de Oliveira logo aos 32 minutos de bola em andamento, dando lugar ao garoto Jô. Gil foi recuado e encarregado da armaçao das jogadas corintianas. O primeiro lance "quase perigoso" saiu aos 21 minutos. Quirino tocou para Márcio Araújo que praticamente recuou a bola nas mãos de Fábio Costa. Aos 30, o goleiro corintiano não teve tanta sorte. Alex Mineiro aproveitou cruzamento da direita e testou firme para o fundo das redes. 1 a 0 no Mineirão. Somente aos 40 minutos é que o Corinthians fez Eduardo trabalhar no gol atleticano. Jô invadiu a área e chutou forte para a boa intervenção do arqueiro mineiro. Na etapa final, o Timão empatou aos 7 minutos. Renato cobrou falta da direita e Fabinho escorou de cabeça, deixando tudo igual no marcador. Embalado com o gol, os paulistas foram pra cima e conseguiram um pênalti aos 13 minutos, sofrido por Renato, claramente empurrado dentro da área. Rogério bateu e deu a vantagem parcial para o Corinthians. Aos 18 minutos, Alex Mineiro quase fez seu segundo gol no jogo. Marquinhos cobrou escnateio, André Luiz desviou e o atacante completou, mas a bola parou na trave de Fábio Costa. O Atlético pressionava demais a zaga corintiana, e aos 26, outra bola na trave, desta vez através da conclusão de Quirino. Tanta pressão só poderia resultar no empate. Aos 39, Tucho foi fazer o cruzamento pela esquerda, mas resolveu bater direto, enganando Fábio Costa. A bola morreu no ângulo esquerdo do goleirão corintiano, para delírio da torcida do Galo de Minas. 2 a 2 justo para o que ambos os times fizeram durante a partida. O Corinthians volta à campo contra o Guarani, sábado, às 16h, no Pacaembu. Confusão O goleiro Fábio Costa entrou em mais uma confusão que foi parar na delegacia de BH. Após a partida, o goleiro corintiano teria recusado o pedido da repórter Ana Paula Damaceno de uma entrevista exclusiva. O assistente do cinegrafista da TV mineira menosprezou a equipe de Parque São Jorge e deixou Fábio bastante irritado, que passou a xingar tanto o assistente quanto a repórter. Tanta confusão só poderia dar em Boletim de Ocorrência, feito pela repórter na delegacia do estádio, acusando Fábio Costa de agressões morais e verbais. O goleiro ainda tentou um acordo com a repórter, mas de nada adiantou, e ele acabou perdendo o vôo que levou a delegação corintiana de volta para a capital.
Lusa empata na hora do almoço Jogando na Ilha do Retiro às 11h, a Portuguesa ficou no 0 a 0 com o time da casa, o Sport, e chegou aos 4 pontos ganhos no campeonato, ocupando a 14ª posição na tabela. Outros 6 times, incluindo o Sport, têm o mesmo número de pontos da Lusa, mas o time paulista leva desvantagem no saldo de gols. Os recifenses promoveram a estréia do novo técnico, Luiz Carlos Ferreira, ex-Santo André, do meio-campista Cleisson, e do atacante Róbson, o Robgol, que esteve no Santos. O time vinha de uma humilhante goleada de 7 a 1 sofrida diante do Marília. Ambas as equipes fizeram um bom jogo. A Portuguesa teve ótima oportunidade aos 38 minutos, mas o volante Emerson Gaúcho, do Sport, salvou duas vezes em conclusões de Edmílson e Paulo Isidoro. Na segunda etapa, a melhor chance paulista veio novamente através de Paulo Isidoro, que roubou a bola do zagueiro, driblou o goleiro Maisena, mas chutou pra fora do gol. Do lado recifense, o estreante Róbson só deu uma boa finalização aos 40min, em cabeceada que Gléguer defendeu. A Portuguesa pega agora o América, de Natal, sexta-feira, às 20h30, no Canindé.
Verdão marca três no ex-líder do campeonato A Ponte Preta entrou na 5ª rodada do Brasileirão como líder da competição. Mas o Palmeiras não quis saber disso e meteu logo 3 gols na Macaca, que agora perdeu para o São Paulo no saldo de gols a momentânea primeira colocação da tabela. Já o Palmeiras subiu para a 5ª posição, com oito pontos somados. Com oito minutos de bola rolando, o time da casa resolveu o jogo. Aos 5, Nen marcou o primeiro tento alvi-verde. Aos 8min, o lateral Bill, da Ponte, reclamou com o árbitro da marcação de uma falta e recebeu cartão vermelho. Mesmo sem Pedrinho, o Verdão fez um primeiro tempo digno de quem não estava nem aí por estar frente a frente com o então líder do torneio. A única chance que a Ponte teve de empatar foi aos 20 minutos, num chute de Weldon que Marcos salvou com uma belíssima defesa. A partir daí só deu Palmeiras. Vágner teve boa chance de deixar o seu aos 29, mas o goleiro Lauro tirou com os pés. Aos 39, veio o segundo gol. Novamente após cruzamento de Corrêa, Nen subiu mais que os pontepretanos e fez seu segundo na noite. O Verdão definiu a partida aos 43. Baiano tocou para Muñoz que fuzilou o ângulo de Lauro. 3 a 0 e a sensação de dever cumprido ainda na etapa inicial. Para a segunda etapa, não apareceram mais gols, e sim, cartões vermelhos. Aos 40min, Marcos Vinícius agrediu Lúcio e foi embora do jogo. Logo em seguinda, o artilheiro da noite, Nen, fez falta e também foi mais cedo pro chuveiro. O próximo desafio do time alvi-verde no Brasileiro será no domingo, contra o Cruzeiro, no Mineirão. Antes disso, a equipe encara o primeiro confronto contra o Santo André, quarta-feira, pelas quartas-de-final da Copa do Brasil. O jogo será na casa do adversário, no Estádio Bruno Daniel. Já a Ponte joga em casa, também no domingo, contra o Coritiba.
Após a desclassificação na Copa do Brasil e a seqüência de resultados ruins no Brasileirão, o empate de ontem frente ao Atlético-PR em 0 a 0 foi a gota d'água para o técnico Joel Santana. A diretoria bugrina demitiu o treinador logo após a partida. Joel assumiu o comando do Guarani no início da temporada. No Campeonato Paulista, o Bugre acabou eliminado ainda na primeira fase e após perder para o Santo André a vaga nas quartas-de-final da Copa do Brasil, na última quarta-feira, o técnico já viu seu cargo balançar. O jogo de ontem poderia ser a máscara de oxigênio não só dele, como do próprio Guarani, que no Brasileirão somava quatro pontos em quatro partidas. Mas o abatimento do time foi marcante em toda a partida, e o 0 a 0 acabou sendo lucrativo perto do que a equipe mostrou a sua torcida, que durante o jogo, já chamava o treinador de burro. Ainda sem definir quem será seu próximo técnico, o Bugre volta a jogar pelo campeonato nacional domingo que vem, às 18h30, contra o Corinthians, no Pacaembu.
A estréia de Deivid (na foto, à esquerda) com a camisa do Santos não poderia ter sido melhor. Marcou de pênalti um gol aos 42 minutos do segundo tempo que garantiu a vitória do Peixe pra cima do Juventude por 2 a 1, neste sábado, na Vila Belmiro. Basílio assinalou o outro tento santista da tarde. O jogo teve outra estréia, essa ainda não-oficial. Vanderley Luxemburgo assistiu o jogo das tribunas e passou algumas instruções para Márcio Fernandes, que comandava o time santista no campo. Entre elas, colocar no segundo tempo as estrelas Diego e Robinho, que estavam sendo poupados para o jogo da equipe na terça-feira, pela Libertadores, e Deivid, recém-contratado. A intuição de Luxa deu certo, e foi dos pés de Deivid que saiu o segundo e decisivo gol do alvi-negro praiano. A vitória deu ao Santos a 12ª colocação na tabela, com seis pontos. O time volta a jogar no Brasileiro no sábado que vem, contra o Atlético-PR, na casa do adversário.
Quem esteve no Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul, ontem à tarde, viu um Azulão meia boca golear o Criciúma por 5 a 0 com a maior tranqüilidade do mundo. Dininho, Ânderson Lima, Mineiro, Fábio Santos, Somália e Gilberto foram poupados pelo técnico Muricy Ramalho devido ao jogo que o time terá pela frente na terça-feira contra o América (MEX), válido pela Libertadores. A festa do time da casa começou cedo. Logo aos 5 minutos, Lúcio Flávio cobrou falta na cabeça de Gustavo, que escorou sem chances para o goleiro Fabiano. Aos catarinenses restaram algumas poucas tentativas, mas nenhuma levou muito perigo ao gol defendido por Silvio Luiz. Aos 44, Lúcio Flávio chutou de fora da área e carimbou o poste do goleiro do Tigre. Mas no minuto seguinte, o mesmo Lúcio Flávio deu um presentão para Warley, que bateu e no rebote de Fabiano, Fabrício Carvalho (foto) apenas empurrou para o gol vazio. No segundo tempo, o São Caetano marcou cedo, novamente. Matheus bateu falta com perfeição aos 7 minutos e ampliou para 3 a 0. O Criciúma teve duas ótimas oportunidades com o atacante Marcos Denner, mas pecou nas finalizações. O Azulão tratou de marcar mais. Aos 40min, Warley bateu na saída de Fabiano e assinalou o quarto gol dos donos da casa. Cinco minutos mais tarde, Lúcio Flávio deixou o seu cobrando pênalti. 5 a 0 sem muita dificuldade. Após seu compromisso na Libertadores, o Azulão volta à campo pelo Brasileiro no domingo, fora de casa, contra o Figueirense.
Chamusca estréia com pé direito no Ramalhão Após a saída deu seu antecessor Luiz Carlos Ferreira, o novo técnico do Santo André, Péricles Chamusca, levou o time do ABC a conquistar sua primeira vitória na série B. Jogando em casa, a equipe andreense bateu o Ceará por 2 a 0, com gols de Da Guia e Makanaki. Agora, o Ramalhão soma quatro pontos e ocupa a 13ª colocação na tabela de classificação. No primeiro tempo nem Santo André nem Ceará mostraram um bom nível de jogo. A única boa chance foi favorável aos donos da casa, que aos 36 quase abriram o placar num chute de Dedimar que desviou na zaga e quase enganou o goleirão Marcelo Silva. E foi só. Os gols andreenses saíram na etapa complementar. Aos 12 minutos, Dedimar aproveitou cobrança de escanteio e subiu mais do que a zaga cearense para marcar de cabeça o primeiro gol do Ramalhão. Pra fechar a conta, Romerito partiu no contra-ataque aos 19 minutos e cruzou para Makanaki, que entrara no lugar de Osmar, completar pro fundo das redes de Marcelo Silva e garantir os primeiros três pontos do Santo André desde sua estréia na série B. O time do ABC terá um perigoso adversário no jogo do próximo sábado. Enfrentará fora de casa o Marília, que dentro do seu estádio costuma impôr um forte ritmo de jogo. Dos três jogos que realizou, o Marília só venceu um, justamente dentro de seus domínios. Goleou o Sport por nada mais nada menos do que 7 a 1. |
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